como e feito o cigarro eletronico

Saiba Como Funciona o Cigarro Eletrônico e Quais os Tipos Disponíveis no Mercado

Cigarro e Eletrônicos

O cigarro eletrônico surgiu como uma alternativa ao tabaco convencional e logo ganhou popularidade entre o público mais jovens. À primeira, o aparelho parece inofensivo e bastante atraente, dado seu design todo tecnológico. No entanto, o aumento do uso despertou debates acerca do produto.

O aparelho, também conhecido como vaporizador, ou simplesmente vaper, ganhou espaço, mais modelos e público. Entretanto, apesar da sua popularidade, o cigarro eletrônico ainda gera certa desconfiança por parte da população, parte dela por simplesmente não saber exatamente como ele funciona. Apesar disso, as lojas de vape estão vendendo cada vez mais.

Diferença básica entre o cigarro eletrônico e o convencional

Outra preocupação envolvendo o produto se deve ao fato desses Dispositivos Eletrônicos para Fumar (DEF) conterem nicotina, assim como o tabaco. A diferença, contudo, é que o vaper permite ao seu usuário o controle da substância, visto que é possível carregá-lo com essências contendo mais ou menos miligramas de nicotina.

De modo simples, o vaper possui um líquido composto por nicotina pura. Essa solução, por sua vez, é aquecida por meio de um circuito elétrico e, assim, transformada em vapor. A qual pode ou não ser tragada pelo usuário. 

Esse vapor gerado é formado apenas por água e nicotina, ou seja, o cigarro eletrônico, embora contenha a droga psicoativa, está ausente das demais substâncias tóxicas encontradas no cigarro convencional. 

No que consiste um cigarro eletrônico?

O vaper nada mais é que, como o próprio nome sugere, um dispositivo eletrônico usado para fumar. Energizado por uma bateria, ele possui um cartucho responsável pelo armazenamento da nicotina liquida, água, substâncias aromatizantes e solventes, tais como glicerina e propilenoglicol.

Legalização no Brasil

Eis um fato curioso. Por mais popular que o cigarro eletrônico seja, tecnicamente, sua comercialização, importação e propaganda é proibida em território nacional. Uma decisão da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), como medida de precaução e proteção à saúde da população.

No entanto, há um processo em aberto para a liberação do cigarro eletrônico, o qual teria sido decidido no início desse ano. Entretanto, a Anvisa adiou o processo mais uma vez. O mais provável é que a decisão saia no último trimestre de 2021.

Como funciona o cigarro eletrônico?

Existe um compartimento interno do dispositivo conhecido como tanque. Ali, o usuário coloca o líquido (essência) do sabor que desejar, o qual costuma conter nicotina, sabores artificiais e aromatizantes. A concentração de cada elemento varia de acordo com o fabricante de cada marca. 

Diferente do cigarro convencional, o vaper não queima o tabaco, ele aquece a substância líquida, processo que resulta no vapor. O calor é gerado através de uma resistência aquecida via corrente elétrica originária da bateria de lítio presente nele. 

O vaper não queima todo o mateiral, portanto, o usuário não inala as substâncias indicadas como cancerígenas e apontadas como causadoras de problemas respiratórios.

De modo geral, a tecnologia apresentada no vaper é focada na bateria, no atomizador (aquecedor) e, em casos específicos, no painel de controle para configurações. 

Os diferentes tipos de cigarro eletrônico

O cigarro eletrônico surgiu na China em 2000. Desde então, ganhou o mundo e trocou de forma algumas vezes e evoluiu bastante. No início da geração, o produto era muito simples e tinha a forma de uma caneta. 

Hoje, embora ainda existe esse modelo, seu sistema é muita mais robusto e atrativo. Além disso, outros designs surgiram com o tempo, proporcionando diferentes tamanhos, cores, funções e sabores. 

O vaper se encontra na quarta geração e seu desenvolvimento, ganhando mais velocidade a cada dia. 

Apesar de existir variados modelos, aqui falaremos dos dois mais recorrentes no mercado, os chamados Pods e Mods.

Os Pods fazem mais sucesso com os usuários que buscam um dispositivo simples e fácil de usar. Normalmente, os iniciantes na prática optam por esse modelo. 

Por outro lado, os Mods se concentram mais ao público mais experiente, àqueles que gostam de ter mais controle sobre o dispositivo, podendo mexer e melhorar o desempenho do produto. 

Pods

  • Mais baratos (menos tecnologia e customização)
  • Fáceis de usar (indicado para iniciantes)
  • Pequenos e discretos (destinado a pessoas que não desejam chamar atenção)

Mods

  • Mais poder – oferece um sistema de modificação à escolha do usuário, com mais tecnologia no grupo de cápsulas, permitindo mais potência, melhor queima e controle de temperatura. Produzem mais vapor que os Pods.
  • Melhor visual e tecnologia
  • Oferecem reconstrução. Ou seja, é possível personalizar partes do dispositivo. Isso significa que os tanques podem ser trocados segundo a vontade do usuário, além de também ser possível a remoção ou acréscimo de bobinas. 

Resumindo, os dois modelos são ótimos para quem deseja ter a experiência fumando vaper, contudo, os Pods são mais limitados, o qual talvez seja indicado para os iniciantes. Enquanto isso, os Mods são mais complexos, sendo voltado ao público que gosta não apenas de soltar fumaça, como também aproveitar tudo que o dispositivo proporciona.

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