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Bateu a bad trip? Veja como cortar o efeito do LSD

LSD

O LSD é uma droga sintética alucinógena que causa efeitos psicoativos em seus usuários. Embora a substância possa proporcionar um barato agradável, ela também tende a ocasionar algumas bad trips. Sendo assim, como cortar o efeito do LSD no organismo?

As chamadas bad trips são os efeitos negativos causados pela ingestão do entorpecente. Algumas pessoas com predisposição ou que já estão ansiosas, depressivas ou agoniadas, a droga no organismo pode causar crises perigosas e até mesmo levar a um ataque de pânico.

Nesses episódios, o usuário representa um perigo a si mesmo e às pessoas ao seu redor. Por isso, é preciso ter muito cuidado para lidar com essas situações. Saber como agir pode fazer diferença.

Como cortar o efeito do LSD no organismo

Quando o “barato” sai caro é um problema. O que era para ser uma viagem psicodélica tranquila se torna um pesadelo, então a situação precisa ser contida. 

Caso uma pessoa passe por crises após a ingestão do LSD, o mais recomendável é transportá-la até um ambiente calma, longe de quaisquer estímulos, dado o efeito que a droga causa.

Tente manter a pessoa tranquila e afastada de objetos que podem representar algum tipo de ameaça para ela e para quem está à sua volta. Ela necessita de supervisão durante o episódio, seja de familiares ou amigos. 

Para usuários mais agitados e ansiosos, recomenda-se o uso de benzodiazepínico por via oral, que pode ser diazepam, lorazepam ou alprazolam. No entanto, é indicado consultar um profissional da saúde antes. Mas isso em casos bem extremos.

O mais indicado é deixar a pessoa em um ambiente acolhedor, com pessoas que ela se sinta confortável em estar na companhia e sem muitos objetivos ao redor. Dê carinho e atenção a ela, tenha paciência e converse. Essas atitudes induzem a oxitocina, o hormônio do prazer. A sensação de bem-estar estimulada pelo afeto: abraços, beijos e carícias, tendem a acalmar o usuário.

Um bom banho, muita água e comida também costumam ações recomendáveis para tentar manter a pessoal mais estável. Quando o sangue flui para o sistema digestivo para fazer a digestão do alimento, reduz a quantidade direcionada ao cérebro, o que quebra um pouco os efeitos psicoativos. 

São mais indicadas comidas doces, pois o açúcar é rico em mineral que estimula o prazer e abaixa o nível de cortisol, hormônios que desencadeiam estresse, fúria e tristeza. Aquele mesmo hormônio que está fervendo nas mulheres durante o período menstrual. Além disso, um pouco de vitamina C também pode fazer bem. 

Assim como vários entorpecentes, não existe uma fórmula mágica para cortar o efeito do LSD no organismo. O que existe é um processo de precaução a fim de proteger a pessoa de causar algum mal a si mesma ou a outros a sua volta. 

A solução é cuidar bem até o efeito passar por completo. Mas atenção, caso a situação fuja do controle, o melhor é encaminhar a pessoa até um hospital para ela receber os cuidados especiais dos profissionais da saúde.

Os efeitos do LSD no corpo

Os experimentos realizados com a droga, monitoraram seu efeito no corpo, os quais indicaram aumento da atividade neural e a criação de conexões entre partes distintas do cérebro. Como consequência, pode haver diversas alterações na percepção, iniciadas cerca de uma hora depois da ingestão do LSD, podendo durar até 12 horas.

Dentre os efeitos mais comuns são estão listados:

Efeitos físicos

  • Insônia
  • Desidratação
  • Dilatação das pupilas
  • Tontura
  • Ausência de apetite
  • Aumento ou redução dos batimentos cardíacos e da pressão arterial

Efeitos psicológicos

  • Alucinações
  • Confusão mental
  • Euforia
  • Ataques de pânico e ansiedade
  • Perda da noção de espaço
  • Dissociação do corpo e da realidade

A droga também é tida como uma substância enteógena, ou seja, ela provoca alteração na consciência, fazendo com que o usuário tenha experiência de teor espiritual.

Assim como a maioria dos entorpecentes, o LSD causa os baratos bons e ruins. Estes, chamados de bad trips, podem desencadear crises de ansiedade, ataques de pânico e delírios. Todos eles, dependendo da circunstância, podem ser perigosos para o usuário e terceiros. 

Em casos mais extremos, a pessoa passa por sinestesia, podendo experimentar informações sensoriais mixas, sendo capaz de ouvir uma cor, por exemplo.

Outro efeito provocado pelo LSD é conhecido como flashback, que consiste nos sintomas psíquicos observados durante a onda, que se repetem após o uso da substância. Os quais, de acordo com cientistas, podem ser ativados com o consumo de álcool e maconha.

O flashback também é conhecido como transtorno perceptual persistente. O usuário pode reviver os sintomas experimentados durante o período que esteve com a droga no organismo por semanas ou até meses desde a última ingestão.

O sofrimento causado por esse efeito é considerado clinicamente significativo e não necessariamente é apresentado apenas em usuários recorrentes, dado que há a possibilidade de ele aparecer em pessoas que usaram a droga apenas uma vez na vida.

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